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AirPods Pro 3: review completo com áudio, bateria, cancelamento e novidades de 2025

Fundador da Arena Geek, redator e entusiasta de cultura pop, tecnologia e storytelling digital. Apaixonado por minha esposa, extremamente fã da Trilogia Poderoso Chefão e de (quase) todos os filmes de Rocky Balboa.

A terceira evolução dos AirPods Pro

Em 2019, a Apple lançou os primeiros AirPods Pro e mudou para sempre o mercado de áudio portátil. Pela primeira vez, um fone in-ear compacto entregava cancelamento ativo de ruído (ANC) eficiente, boa qualidade de som e integração perfeita com o iPhone. O sucesso foi imediato.

Três anos depois, em 2022, veio o AirPods Pro 2, que aprimorou áudio, encaixe e autonomia. Um refinamento sólido, mas não revolucionário.

Agora, em 2025, os AirPods Pro 3 chegam como uma nova afirmação da Apple: eles não são apenas fones melhores, são uma fusão entre áudio premium e saúde digital. Pela primeira vez, a linha inclui um sensor de frequência cardíaca, além de melhorias significativas em som, cancelamento e bateria.

A questão é: vale a pena migrar para o Pro 3, ou os Pro 2 ainda dão conta do recado?

Design e conforto: minimalismo funcional

Visualmente, os AirPods Pro 3 seguem a estética discreta da Apple, mas escondem melhorias práticas.

  • Novo encaixe: ponteiras em quatro tamanhos, incluindo opção extra-pequena para ouvidos menores.
  • Leveza: corpo 8% mais leve que os Pro 2, pensado para uso esportivo.
  • Resistência: certificação IPX4, aguentando suor e respingos.

O resultado é um fone que pode ser usado por horas sem causar incômodo. Em corridas e treinos, o encaixe firme evita deslizes — um ponto que os Pro 1 e até os Pro 2 deixavam a desejar.

AirPods Pro 3 com design minimalista e ponteiras de silicone.
AirPods Pro 3 com design minimalista e ponteiras de silicone.

Cancelamento de ruído: um muro invisível

O cancelamento ativo de ruído (ANC) foi o recurso que colocou os AirPods Pro no mapa, e cada geração elevou a barra.

  • Pro 1 (2019): pioneiros no formato in-ear com ANC eficiente.
  • Pro 2 (2022): o dobro da eficácia, ANC adaptativo e Modo Transparência natural.
  • Pro 3 (2025): introduzem ANC ultrarrápido, processado pelo chip H3. Agora os fones reagem em milissegundos a sons repentinos, como buzinas ou alarmes.

Na prática, os Pro 3 se aproximam da experiência dos Bose QC Earbuds II, líderes históricos em ANC. O Modo Transparência também ficou mais natural, quase imperceptível.

Qualidade sonora: a resposta da Apple à Sony

Historicamente, a Sony liderou em qualidade de áudio bruto com seus WF-1000XM. A Apple, por outro lado, equilibrava som com integração e design.

Nos Pro 3, o salto é significativo:

  • Drivers novos: graves mais encorpados, sem distorção.
  • Médios: limpos, garantindo clareza em vozes e instrumentos.
  • Agudos: suaves, menos metálicos que no Pro 2.
  • Spatial Audio 3D: agora reage dinamicamente ao movimento da cabeça, simulando áudio de cinema.

Em comparação direta, os Pro 3 finalmente encaram de frente os Sony XM5. Perdem em detalhamento absoluto, mas ganham no equilíbrio + integração com iOS.

Bateria: o salto mais esperado

Se havia uma crítica constante aos AirPods Pro, era a autonomia.

Ilustração do tempo de bateria, na apresentação do AirPods Pro 3.
Ilustração do tempo de bateria, na apresentação do AirPods Pro 3.
  • Pro 1: apenas 4,5h por carga.
  • Pro 2: 6h, 30h com estojo.
  • Pro 3: chegam a 9h contínuas, 40h com estojo.

Essa evolução transforma a experiência: agora é possível passar um dia inteiro de trabalho ou uma viagem curta sem precisar recarregar.

O estojo também traz suporte total a MagSafe e carregamento sem fio.

O chip H3: cérebro e coração dos Pro 3

Cada geração dos AirPods Pro trouxe um chip dedicado.

  • H1 (Pro 1): estabilidade e Siri ativa.
  • H2 (Pro 2): Spatial Audio e ANC adaptativo.
  • H3 (Pro 3): latência quase zero, integração fitness e processador de ANC ultrarrápido.

O H3 é o grande diferencial. Ele permite:

  • Troca de dispositivos iOS em menos de 2 segundos.
  • Jogos e vídeos sem delay perceptível.
  • Processamento de batimentos cardíacos em tempo real.
Ilustração do Chip H3 responsável pela integração e desempenho dos AirPods Pro 3.
Ilustração do Chip H3, responsável pela integração e desempenho dos AirPods Pro 3.

AirPods como wearables: o salto para saúde

O recurso mais ousado dos Pro 3 é o sensor de batimentos cardíacos.

  • Monitora frequência cardíaca em treinos.
  • Detecta anomalias leves no dia a dia.
  • Integra dados diretamente ao app Saúde no iOS 26.

Não substitui um Apple Watch, mas cria uma nova camada de monitoramento para quem não usa relógio inteligente.

Crítica Arena Geek: é uma jogada ousada, mas também uma forma de expandir o ecossistema de saúde da Apple, que deve ganhar ainda mais funções nos próximos anos (temperatura, glicose, pressão).

Impacto no Brasil: status e preço

No Brasil, AirPods são sinônimo de status. O Pro 3 reforça essa imagem.

  • Preço de lançamento: acima de R$ 2.999 oficialmente.
  • Mercado cinza: tende a reduzir valores em alguns meses.
  • Público: influenciadores, executivos, usuários hardcore da Apple.

É caro? Sim. Mas no mercado brasileiro, os AirPods são vistos como um investimento em estilo e integração, não apenas em áudio.

Comparativos diretos: rivais à altura

  • Sony WF-1000XM5: melhor som bruto.
  • Bose QC II: melhor cancelamento de ruído.
  • Beats Fit Pro 2: foco esportivo.
  • Sennheiser Momentum TW4: clareza audiófila.

Os AirPods Pro 3 vencem no conjunto: integração, áudio equilibrado, saúde e status.

O veredito da Arena Geek

Os AirPods Pro 3 são a maior evolução da linha até hoje. Eles não são apenas fones melhores — são o começo de uma nova era em que áudio e saúde se misturam.

Recomendações por perfil:

  • AirPods Pro 1: só valem se encontrados usados, baratos.
  • AirPods Pro 2: ainda entregam ótimo custo-benefício em 2025.
  • AirPods Pro 3: escolha ideal para quem quer o melhor e já vive no ecossistema Apple.

FAQ rápido

Vale trocar do Pro 2 para o Pro 3?
Sim, se você valoriza bateria e sensor de batimentos.

O sensor funciona no Brasil?
Sim, integrado ao app Saúde do iOS 26.

Qual rival é melhor em áudio?
Sony WF-1000XM5.

E em cancelamento de ruído?
Bose QC II ainda lidera.

Links de referência

    AirPods Pro 3: review completo com áudio, bateria, cancelamento e novidades de 2025

    A terceira evolução dos AirPods Pro

    Em 2019, a Apple lançou os primeiros AirPods Pro e mudou para sempre o mercado de áudio portátil. Pela primeira vez, um fone in-ear compacto entregava cancelamento ativo de ruído (ANC) eficiente, boa qualidade de som e integração perfeita com o iPhone. O sucesso foi imediato.

    Três anos depois, em 2022, veio o AirPods Pro 2, que aprimorou áudio, encaixe e autonomia. Um refinamento sólido, mas não revolucionário.

    Agora, em 2025, os AirPods Pro 3 chegam como uma nova afirmação da Apple: eles não são apenas fones melhores, são uma fusão entre áudio premium e saúde digital. Pela primeira vez, a linha inclui um sensor de frequência cardíaca, além de melhorias significativas em som, cancelamento e bateria.

    A questão é: vale a pena migrar para o Pro 3, ou os Pro 2 ainda dão conta do recado?

    Design e conforto: minimalismo funcional

    Visualmente, os AirPods Pro 3 seguem a estética discreta da Apple, mas escondem melhorias práticas.

    • Novo encaixe: ponteiras em quatro tamanhos, incluindo opção extra-pequena para ouvidos menores.
    • Leveza: corpo 8% mais leve que os Pro 2, pensado para uso esportivo.
    • Resistência: certificação IPX4, aguentando suor e respingos.

    O resultado é um fone que pode ser usado por horas sem causar incômodo. Em corridas e treinos, o encaixe firme evita deslizes — um ponto que os Pro 1 e até os Pro 2 deixavam a desejar.

    AirPods Pro 3 com design minimalista e ponteiras de silicone.
    AirPods Pro 3 com design minimalista e ponteiras de silicone.

    Cancelamento de ruído: um muro invisível

    O cancelamento ativo de ruído (ANC) foi o recurso que colocou os AirPods Pro no mapa, e cada geração elevou a barra.

    • Pro 1 (2019): pioneiros no formato in-ear com ANC eficiente.
    • Pro 2 (2022): o dobro da eficácia, ANC adaptativo e Modo Transparência natural.
    • Pro 3 (2025): introduzem ANC ultrarrápido, processado pelo chip H3. Agora os fones reagem em milissegundos a sons repentinos, como buzinas ou alarmes.

    Na prática, os Pro 3 se aproximam da experiência dos Bose QC Earbuds II, líderes históricos em ANC. O Modo Transparência também ficou mais natural, quase imperceptível.

    Qualidade sonora: a resposta da Apple à Sony

    Historicamente, a Sony liderou em qualidade de áudio bruto com seus WF-1000XM. A Apple, por outro lado, equilibrava som com integração e design.

    Nos Pro 3, o salto é significativo:

    • Drivers novos: graves mais encorpados, sem distorção.
    • Médios: limpos, garantindo clareza em vozes e instrumentos.
    • Agudos: suaves, menos metálicos que no Pro 2.
    • Spatial Audio 3D: agora reage dinamicamente ao movimento da cabeça, simulando áudio de cinema.

    Em comparação direta, os Pro 3 finalmente encaram de frente os Sony XM5. Perdem em detalhamento absoluto, mas ganham no equilíbrio + integração com iOS.

    Bateria: o salto mais esperado

    Se havia uma crítica constante aos AirPods Pro, era a autonomia.

    Ilustração do tempo de bateria, na apresentação do AirPods Pro 3.
    Ilustração do tempo de bateria, na apresentação do AirPods Pro 3.
    • Pro 1: apenas 4,5h por carga.
    • Pro 2: 6h, 30h com estojo.
    • Pro 3: chegam a 9h contínuas, 40h com estojo.

    Essa evolução transforma a experiência: agora é possível passar um dia inteiro de trabalho ou uma viagem curta sem precisar recarregar.

    O estojo também traz suporte total a MagSafe e carregamento sem fio.

    O chip H3: cérebro e coração dos Pro 3

    Cada geração dos AirPods Pro trouxe um chip dedicado.

    • H1 (Pro 1): estabilidade e Siri ativa.
    • H2 (Pro 2): Spatial Audio e ANC adaptativo.
    • H3 (Pro 3): latência quase zero, integração fitness e processador de ANC ultrarrápido.

    O H3 é o grande diferencial. Ele permite:

    • Troca de dispositivos iOS em menos de 2 segundos.
    • Jogos e vídeos sem delay perceptível.
    • Processamento de batimentos cardíacos em tempo real.
    Ilustração do Chip H3 responsável pela integração e desempenho dos AirPods Pro 3.
    Ilustração do Chip H3, responsável pela integração e desempenho dos AirPods Pro 3.

    AirPods como wearables: o salto para saúde

    O recurso mais ousado dos Pro 3 é o sensor de batimentos cardíacos.

    • Monitora frequência cardíaca em treinos.
    • Detecta anomalias leves no dia a dia.
    • Integra dados diretamente ao app Saúde no iOS 26.

    Não substitui um Apple Watch, mas cria uma nova camada de monitoramento para quem não usa relógio inteligente.

    Crítica Arena Geek: é uma jogada ousada, mas também uma forma de expandir o ecossistema de saúde da Apple, que deve ganhar ainda mais funções nos próximos anos (temperatura, glicose, pressão).

    Impacto no Brasil: status e preço

    No Brasil, AirPods são sinônimo de status. O Pro 3 reforça essa imagem.

    • Preço de lançamento: acima de R$ 2.999 oficialmente.
    • Mercado cinza: tende a reduzir valores em alguns meses.
    • Público: influenciadores, executivos, usuários hardcore da Apple.

    É caro? Sim. Mas no mercado brasileiro, os AirPods são vistos como um investimento em estilo e integração, não apenas em áudio.

    Comparativos diretos: rivais à altura

    • Sony WF-1000XM5: melhor som bruto.
    • Bose QC II: melhor cancelamento de ruído.
    • Beats Fit Pro 2: foco esportivo.
    • Sennheiser Momentum TW4: clareza audiófila.

    Os AirPods Pro 3 vencem no conjunto: integração, áudio equilibrado, saúde e status.

    O veredito da Arena Geek

    Os AirPods Pro 3 são a maior evolução da linha até hoje. Eles não são apenas fones melhores — são o começo de uma nova era em que áudio e saúde se misturam.

    Recomendações por perfil:

    • AirPods Pro 1: só valem se encontrados usados, baratos.
    • AirPods Pro 2: ainda entregam ótimo custo-benefício em 2025.
    • AirPods Pro 3: escolha ideal para quem quer o melhor e já vive no ecossistema Apple.

    FAQ rápido

    Vale trocar do Pro 2 para o Pro 3?
    Sim, se você valoriza bateria e sensor de batimentos.

    O sensor funciona no Brasil?
    Sim, integrado ao app Saúde do iOS 26.

    Qual rival é melhor em áudio?
    Sony WF-1000XM5.

    E em cancelamento de ruído?
    Bose QC II ainda lidera.

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